quarta-feira, 02 de outubro de 2024
Por Átila Frazão. Em 524 anos após a invasão portuguesa, quando nos afirmamos como “contemporâneos à história”, chega-nos à pele dissabores existenciais, epistêmicos, cosmológicos, identitários, culturais, religiosos, e anti-constitucionais, para não falar de absurdos que rasgam as peles dos povos que constituem o Brasil pluri universal que somos. Inúmeros são os ataques baseados numa estrutura categorial onde há a ideia de um “ser/saber superior”, baseada no eurocentrismo e na “política oligárquica de ‘pseudo ricos’ pesqueirenses”, e que os Povos Originários deste país intitulado Brasil (e que é como nós pertencentes, assumindo a soberania, a especificidade e a essência de Ser Brasileiros), não têm competência de gestar, e não apenas de gerir, um governo público municipal. LER NOTÍCIA
terça-feira, 27 de fevereiro de 2024
Por Lucyane Mendes Silva A presença das mulheres na ciência tem sido marcada por desafios históricos, que vão desde a falta de reconhecimento até a sub-representação em cargos de liderança. No entanto, ao longo dos anos, as mulheres têm conquistado espaço e contribuído significativamente para avanços científicos em diversas áreas. Este artigo explora a trajetória das mulheres na ciência, destacando suas realizações, desafios enfrentados e as iniciativas que buscam promover a igualdade de gênero nesse campo. Ao longo dos séculos, as mulheres enfrentaram barreiras significativas ao ingressar no mundo científico. Na Grécia Antiga, por exemplo, mulheres eram excluídas de escolas e academias. Durante a Idade Média, a participação feminina na ciência foi limitada, sendo raras LER NOTÍCIA




