quarta-feira, 16 de dezembro de 2020


CONHECIMENTO – A Sociedade Brasileira de Dermatologia criou movimento para conscientizar sobre o tipo de câncer mais comum no Brasil e no mundo.

(Via Cleia Viana/Agência Câmara de Notícias).

O Palácio do Congresso Nacional segue iluminado de laranja até o dia 31 de dezembro, em apoio à campanha “Dezembro Laranja”. Criado em 2014 pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, o movimento pretende estimular a prevenção e o diagnóstico do tipo de câncer mais comum no país e no mundo.

O câncer de pele ocorre quando as células da pele se multiplicam sem controle e pode ser classificado em dois tipos, ambos curáveis se descobertos em estágio inicial: o melanoma, mais raro e que pode levar à morte; e não melanoma, que é mais frequente e menos grave, mas que pode causar deformações no corpo.

Como identificar 

O câncer de pele não melanoma ocorre principalmente nas áreas do corpo mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e orelhas. Apresenta-se sob a forma de manchas na pele que coçam, ardem, descamam ou sangram e também de feridas que não cicatrizam em quatro semanas.

Já o melanoma pode aparecer em qualquer parte do corpo, na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais. O melanoma tem formato assimétrico, bordas irregulares, mais de uma cor, diâmetro superior a 6 mm e apresenta uma rápida evolução quanto ao tamanho, forma, cor ou espessura da mancha.

Fatores de risco e prevenção

Os fatores que aumentam o risco de câncer de pele são exposições prolongadas e repetidas ao sol, principalmente na infância e na adolescência; ter pele e olhos claros ou ser albino; e ter histórico familiar ou pessoal de câncer de pele.

A prevenção consiste em evitar exposição prolongada ao sol entre 10h e 16h e  usar proteção adequada. As tatuagens podem esconder lesões, portanto, merecem atenção.

>>FONTE: Via Agência Câmara de Notícias.